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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

EAD - Pesquisa

Pesquisa revela perfil do profissional que faz cursos livres à distância

Felipe Mortara - Especial para o Estadão.edu

Com base em pesquisa com 1,1 milhão de pessoas que participaram dos cursos [à distância que oferece sem custo em seu site] entre agosto de 2009 e 2010, a FGV informa que 57,4% são mulheres solteiras com idades variando entre 25 e 35 anos e renda mensal de até R$ 2 mil. O estudo mostra ainda  52,2 % possuem ensino superior completo e ocupam cargos de analista, gerente ou professor. A maioria dos acessos é feita da região Sudeste por profissionais que querem incrementar sua formação e obter atualização rápida sobre assuntos específicos.

A instituição é membro do consórcio Open Course Ware Consortium (OCWC), que abriga nomes de peso como a Escola de Direito de Harvard, a Universidade da Califórnia. 

Fonte: ESTADÃO.COM.BR/Educação  -  Acesso em 14/10/2010

 

Postado por Biblioteca CEHA às 10/14/2010 11:58:00 AM Um comentário:
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Marcadores: Educação, Educação a distância, Ensino Universitário

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ensino a distância

Ensino a distância gratuito cresce no país; alunos precisam de disciplina

ANDRESSA TAFFAREL


(...) mais de 170 mil pessoas (...) fazem algum tipo de graduação ou especialização em cursos oferecidos por instituições públicas que participam do sistema Universidade Aberta do Brasil, programa do MEC (Ministério da Educação) para o ensino a distância. Apesar de ser a distância, o curso não é fácil, dizem os alunos. "O aluno precisa ter disciplina, estudar três, quatro horas por dia e nos fins de semana. Se não houver cobrança, em muitos casos não funciona." Demanda muito estudo em casa, além dos encontros presenciais em polos espalhados pelo país onde os alunos fazem provas e atividades em grupo.
Criada em 2006, a UAB tem como objetivo atender a população com dificuldades de acesso à formação superior e os professores do sistema público sem graduação, que têm apenas o magistério ou que ministram aulas de disciplinas não compatíveis com sua formação.
Por ser um projeto novo, Celso José da Costa, diretor de educação a distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), reconhece que ainda há problemas. "Algumas universidades não têm experiência nesse tipo de ensino, então sempre surgem alguns imprevistos. As equipes de alguns polos ainda mostram dificuldades, mas estamos melhorando."
Para evitar que os estudantes prolonguem os anos de estudo, ocupando o lugar de outros, a UAB não permite duas reprovações na mesma matéria.

Fonte: Folha.com / Saber - acesso em 18/06/2010
Postado por Biblioteca CEHA às 6/18/2010 11:47:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: Educação, Educação a distância, Educação e Estado, Qualidade de ensino

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Curso técnico a distância X presencial

Curso técnico a distância tem mesmo impacto no salário que o presencial

Estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas para o Instituto Votorantim avaliou como ficou a vida de quem cursou algum tipo de ensino técnico. Pessoas com formação profissional têm 48% mais chances de conseguir trabalho, mostra a pesquisa e ao contrário do que se imaginava, o impacto no emprego e no salário de quem cursou ensino técnico é igual nas modalidades do ensino presencial e a distância. 

O estudo A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho foi conduzido pelo professor da Fundação Getúlio Vargas Marcelo Neri para o Instituto Votorantim e teve como objetivo verificar como ficou a vida de quem cursou - a distância ou não - algum tipo de ensino técnico, seja uma qualificação profissional de curta duração, ensino de nível médio ou curso superior para formação de tecnólogos. 

Fonte: Estadão (on line) - acessado em 27/05/2010

Postado por Biblioteca CEHA às 5/28/2010 09:43:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: Educação, Educação a distância, Ensino Técnico

terça-feira, 27 de abril de 2010

Estudo confirma tendência de crescimento da metodologia em que aulas são dadas em parte na internet

Ensino a distância atrai 1 em cada 5 estudantes

Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo

Dados do Ministério da Educação mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no País ingressam em um curso a distância. Ou seja: cerca de 20% dos universitários já estudam entre aulas na internet e em polos presenciais. Os números indicam um rápido avanço da modalidade, ainda pouco conhecida da maioria da população.
O grande impulso para o crescimento do modelo semi-presencial – apesar do nome, aulas totalmente a distância são proibidas pela legislação – foi dado pelo próprio governo, com a criação da Universidade Aberta do Brasil, em 2005. A instituição tem 180 mil vagas em cursos superiores oferecidos em parceria com universidades federais.
No mês passado, a Universidade de São Paulo (USP), que até então resistia em adotar o modelo, lançou junto com o governo do Estado seu primeiro curso a distância, uma licenciatura em Ciências voltada também para formação de professores. A primeira turma a distância da Universidade Estadual Paulista (Unesp) começou suas aulas neste semestre.
“Os estudantes são atraídos pela versatilidade, modularidade e capacidade de inclusão que a metodologia oferece”, afirma o pesquisador Fábio Sanchez, autor do levantamento e um dos coordenadores do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância. Por outro lado, a modalidade exige autonomia do estudante, porque as aulas são construídas por meio de tecnologias como fóruns de discussão, videoconferências e chats pela internet.
Algumas avaliações também podem ser feitas online, mas as provas devem ser presenciais, assim como parte do conteúdo das aulas e atendimentos com os professores. “A tendência é que a educação presencial e EAD se misturem cada vez mais no futuro”, afirma Sanchez.
Por enquanto, o modelo a distância tem mantido taxas altas de crescimento (50% ao ano, em média), enquanto o avanço da graduação presencial tende a se estabilizar (3,5% em 2008). Além da presença forte no setor público, diversas universidades e faculdades privadas adotaram nos últimos anos o modelo a distância, tanto na graduação quanto na pós.
“A graduação EAD vai crescer cada vez mais porque o presencial não consegue atender todo mundo”, explica Marta Maia, professora da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo e membro do conselho científico da Associação Brasileira de Ensino a Distância. “A modalidade atrai pessoas que trabalham para sustentar a família, têm mais de 30 anos ou que moram em cidades onde não há universidades. E no Brasil há muita gente com esse perfil.”
Desempenho. Na avaliação do o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, o Brasil ainda passa por um processo de aceitação e conhecimento do que é a modalidade. “A EAD é um fenômeno mundial e aqui no Brasil ainda demorou para se estabelecer.” Ele cita o resultado das avaliações do ensino superior conduzidas pelo ministério que mostram desempenho semelhante e em alguns casos superior dos estudantes de EAD em relação ao alunos de cursos presenciais.
Mesmo assim, há resistência de gestores que organizam concursos públicos e conselhos de classe. Em fevereiro, a Justiça Federal suspendeu uma resolução do Conselho Federal de Biologia que proibia a concessão de registro profissional para alunos formados a distância.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias

Postado por Biblioteca CEHA às 4/27/2010 04:27:00 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: Educação, Educação a distância

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Educação a Distância Via Internet

Por Janayna Avelar Motta Data
A educação a distância vem sendo um grande progresso tecnológico para a humanidade, podemos adquirir conhecimentos com redução de custos através de uma comunicação virtual. Algumas empresas aplicam provas on-line para observar o que foi aprendido pelo aluno, mas precisa de muito desempenho dos participantes. É uma tecnologia de grande desenvolvimento que demorou ser aprovado e que teve um grande avanço, porém ainda há muito a ser melhorado. Algumas pessoas destacam como é importante a experiência e a qualificação dos participantes do projeto, as características e o comportamento do estudante, o modelo de aprendizagem, a avaliação da infra-estrutura tecnológica e a formação de parcerias e alianças estratégicas.Atualmente no Brasil a quantidade de pessoas a serem educadas é muito grande, principalmente no ensino superior. São poucas as pessoas que possuem condições necessárias para cursar um ensino superior presencial, seja pela questão financeira ou até mesmo devido à carga horária de uma faculdade, pois muitas vezes trabalham ou tem outras obrigações.A educação à distância passa a ser vista como uma solução a essas pessoas, pois pode ser feita no mesmo nível que o ensino regular, no ensino fundamental, médio, superior e na pós-graduação. Além de estar cada vez mais moderno, com o alargamento da banda de transmissão; como acontece na TV a cabo, torna-se mais fácil pelo fato de podermos ver e ouvir outras pessoas à distância. Muitos cursos poderão ser realizados à distância com som e imagem, principalmente cursos de atualização de extensão.Do ponto de vista da preparação dos materiais, há uma diferença fundamental entre a educação presencial e à distância. Nesse último caso, é importante que os materiais sejam preparados por equipes multidisciplinares e transdisciplinares, que incorporem nos instrumentos pedagógicos escolhidos as técnicas mais adaptadas para a auto-instrução, tendo em vista que o processo de aprendizagem deverá se formar com uma pequena participação de apoio externo, então o centro do processo de ensino passa a ser o estudante. O que muitos afirmam é que não importa a quantidade de cursos oferecidos na empresa, mas sim a qualidade dos cursos. Eles devem ser atraentes e de fácil acesso e, principalmente, transferir um objetivo relacionado com o desenvolvimento do participante. Outra relação que muitos questionam é a respeito do certificado, as empresas que disponibilizam acabam adquirindo mais candidatos, pois as pessoas querem participar de algo que poderá colocar no currículo e que ajudará ele na vida profissional, mas não basta apenas um certificado, o participante deve mostrar que tem competência, conhecimento, habilidade e atitude para tomar certas decisões. O aprendizado nas organizações tem como principais objetivos servir as metas e as necessidades dos participantes, ajudando as empresas aumentarem a produtividade, o lucro e a eficiência. A maioria dos cursos são personalizados, mas existem também alguns cursos prontos. Algumas das equipes se disponibilizam de tutores, fornecem suportes técnicos e oferecem até cursos de mestrados e doutorados. Os colaboradores pedem para que os alunos desliguem os telefones e não entrem em e-mail para não haver interferências, além de não tirar a atenção. É importante que as aulas sejam em um computador fora do local de trabalho para maior desempenho, mas não é proibido assistir a aula em horário de trabalho. Essas são apenas algumas sugestões que as empresas advertem.Os cursos devem ter programas rápidos, interativos e interessantes, além de jogos, textos, figuras, sons, imagens e desenhos, oferecidos de uma forma didática para os alunos pois é isso que eles mais cobram e que dão maior satisfação para continuarem interessados a aprenderem. O curso de EADI pode ser feito sem restrição para toda a sociedade, ou pode ser somente para empresas que aderem a essa educação para os seus funcionários. Sendo os funcionários das empresas o principal público-alvo.Existem cursos específicos de algumas horas de duração, e há também cursos com mais tempo de duração. Os cursos que são oferecidos em sala próprias com tutores são mais aceitos pelos alunos, por haver uma interação social entre aluno e professor. Todos os cursos são oferecidos em idioma português, sendo que poucas empresas fornecem outros idiomas. Muitos criticam a educação via internet levando em consideração que é um principio pedagógico atrasado e desqualificado. O principal motivo de muitas vezes não dar certo o processo educacional a distância é pelos problemas ocorridos na sociedade como a falta de interação tecnológica do aluno fora da empresa e também pela falta de interesse do próprio participante durante o curso.

Referências Bibliográficas:
GHEDINE, Tatiana; TESTA, Maurício Gregianin; FREITAS, Henrique Mello Rodrigues de. Educação a distância via Internet em grandes empresas brasileiras. Rev. adm. empres., São Paulo, v. 48, n. 4, dez. 2008 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902008000400005&lng=pt&nrm=iso>. www.eca.usp/prof/moran/dist.htm Fonte: Site http://www.pedagogia.com.br/ Postado por: Else Marie Vergara
Postado por Biblioteca CEHA às 8/06/2009 11:30:00 AM Nenhum comentário:
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