Família reconhece a importância do hábito da leitura, mas só 37% dos adultos costumam ler para as crianças
Você já está cansado de saber que é importante incentivar seu filho a ler e ter acesso aos livros desde cedo. Mas o que você faz, no dia a dia, para colocar isso em prática? Uma pesquisa divulgada nesta terça (2) - realizada pela Fundação Itaú Social em parceria com o Instituto Datafolha, com 2.074 pessoas de 133 municípios do Brasil - mostrou que, apesar de 96% dos participantes considerarem importante incentivar crianças de até 5 anos de idade a gostar de ler, apenas 37% costumam ler livros ou histórias para elas.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Hábito de leitura cai no Brasil, revela pesquisa
Parcela de leitores passou de 55% para 50% da população entre 2007 e 2011. Até entre crianças e adolescentes, que leem por dever escolar, houve redução
O brasileiro está lendo menos. É isso que revela a pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Ibope Inteligência. De acordo com o levantamento nacional, o número de brasileiros considerados leitores – aqueles que haviam lido ao menos uma obra nos três meses que antecederam a pesquisa – caiu de 95,6 milhões (55% da população estimada), em 2007, para 88,2 milhões (50%), em 2011.
A redução da leitura foi medida até entre crianças e adolescentes, que leem por dever escolar. Em 2011, crianças com idades entre 5 e 10 anos leram 5,4 livros, ante 6,9 registrados no levantamento de 2007. O mesmo ocorreu entre os pré-adolescentes de 11 a 13 anos (6,9 ante 8,5) e entre adolescente de 14 a 17 (5,9 ante 6,6 livros).
Para Marina Carvalho, supervisora da Fundação Educar DPaschoal, que trabalha com programas de incentivo à leitura, uma das razões para a queda no hábito de leitura entre o público infanto-juvenil é a falta de estímulos vindos da família. “Se em casa as crianças não encontram pais leitores, reforça-se a ideia de que ler é uma obrigação escolar. Se existe uma queda no número de leitores adultos, isso se reflete no público infantil”, diz a especialista. “As crianças precisam estar expostas aos livros antes mesmo de aprender a ler. Assim, elas criam uma relação afetuosa com as publicações e encontram uma atividade que lhes dá prazer.”
O levantamento reforça um traço já conhecido entre os brasileiros: o vínculo entre leitura e escolaridade. Entre os entrevistados que estudam, o percentual de leitores é três vezes superior ao de não leitores (48% vs. 16%). Já entre aqueles que não estão na escola, a parcela de não leitores é cerca de 50% superior ao de leitores: 84% vs. 52%.
Outro indicador revela a queda do apreço do brasileiro pela leitura como hobby. Em 2007, ler era a quarta atividade mais apreciada no tempo livre; quatro anos depois, o hábito caiu para sétimo lugar. Antes, 36% declaravam enxergar a leitura como forma de lazer, parcela reduzida a 28%.
À frente dos livros, apareceram na sondagem assistir à TV (85% em 2011 vs. 77% em 2007), escutar música ou rádio (52% vs. 54%), descansar (51% vs. 50%), reunir-se com amigos e família (44% vs. 31%), assistir a vídeos/filmes em DVD (38% vs. 29%) e sair com amigos (34% vs. 33%). "No século XXI, o livro disputa o interesse dos cidadãos com uma série de entretenimentos que podem parecer mais sedutores. Ou despertamos o interesse pela leitura, ou perderemos a batalha", diz Christine Castilho Fontelles, diretora de educação e cultura do Instituto Ecofuturo, que há 13 anos promove ações de incentivo a leitura.
Um levantamento recente do Ecofuturo revelou a influência das bibliotecas sobre os potenciais leitores. De acordo com o levantamento, estudantes de escolas próximas a bibliotecas comunitárias obtêm desempenho superior ao de alunos que frequentam regiões sem biblioteca. Nesses casos, o índice de aprovação chega a ser 156% superior, e a taxa de abandono cai até 46%. "Ainda temos uma desafio grande a ser enfrentado, já que grande parte das escolas da rede pública não contam com biblioteca." Uma lei aprovada em 2010 obriga todas as escolas a ter uma biblioteca até 2020. Na época, o movimento independente Todos Pela Educação estimou que, para cumprir com a exigência, o país teria de erguer 24 bibliotecas por dia.
A pesquisa Retrato da Leitura no Brasil foi realizada entre 11 de junho e 3 de julho de 2011 e ouviu 5.012 pessoas, com idade superior a 5 anos de idade, em 315 municípios. A margem de erro é de 1,4 ponto percentual.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Resultados Reais em Educação
Como trabalhar com projetos didáticos na alfabetização
Beatriz Santomauro (bsantomauro@abril.com.br), de Itápolis, SP
Para ensinar a ler e escrever, é preciso elaborar projetos didáticos que realmente estimulem os alunos a refletir sobre a escrita e a leitura. Produtos finais belíssimos necessariamente não sinalizam projetos escolares bem-sucedidos. Mais do que ficar contentes e orgulhosas do que fizeram, as crianças têm de alcançar os objetivos traçados pelo educador. Ele, por sua vez, tem de saber defini-los com clareza, priorizando a aprendizagem de todos e não só uma boa apresentação para a família e a comunidade. Nas turmas de alfabetização, uma das prioridades é ensinar a ler e escrever convencionalmente e de modo relacionado às práticas sociais, certo? Então, o foco principal de qualquer projeto precisa ser, obrigatoriamente, a análise e a reflexão sobre o sistema de escrita e a aquisição da linguagem usada para escrever. Aliás, trabalhar seguindo os parâmetros dessa modalidade organizativa contribui e muito para que a turma avance. Isso porque, ao definir um tema, o professor assegura o contato dos alunos com determinado grupo de palavras por um tempo. Isso permite criar a familiaridade com os termos e explorá-los bastante com o objetivo de construir novos saberes. Quanto maior a proximidade do estudante com o campo semântico trabalhado e a quantidade de informações adquiridas no contato com outras palavras, mais claras serão as chances de ele analisar as palavras e antecipar o que está escrito. No caso de um projeto sobre princesas, por exemplo, há a certeza de que vocábulos desse universo - como princesa, bruxa e castelo - serão recorrentes, assim como o gênero que costuma ser usado para apresentá-lo: o conto. Além do mais, articular propostas de leitura e escrita em um projeto cria muitas oportunidades para o grupo se vincular de maneira pessoal e compartilhada com fontes informativas (leia o projeto didático).
Fonte: Revista Nova Escola, edição 232, maio 2010 - acesso em 14/06/2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Sancionada lei que obriga escolas públicas e privadas a terem biblioteca
Escolas terão que disponibilizar no acervo pelo menos um livro para cada aluno matriculado
SÃO PAULO - Entrou em vigência nesta terça-feira, 25, uma lei que determina que as instituições educacionais públicas e privadas de todos os sistemas de ensino do Brasil deverão ter bibliotecas. As escolas terão um prazo máximo de 10 anos para instalarem os acervos de livros, documentos e materiais videográficos.
Fonte: estadão.com.br - 25/05/2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Sites de livros gratuitos
Veja os sites que disponibilizam livros e outros itens gratuitos.
BOA LEITURA!!!!!
Fonte: http://redarterj.wordpress.com/
BOA LEITURA!!!!!
- Domínio Público – Do Governo Federal. Dispõe de obras que entraram em domínio público, ou seja, que foram cedidas por seus autores ou cujos autores morreram há mais de 70 anos.
- Cultura Brasil – Site que distribui livros online, nem todos em domínio público.
- Portal da Filosofia – Especializado em Filosofia.
- Troca de livros – Para quem prefere livros físicos, que se possa tocar e que não precise imprimir ou ler na tela, essa é a opção.
- Projeto Democratização da Leitura – Site colaborativo. Os usuários enviam links de obras disponíveis na internet. Os responsáveis pelo endereço fazem questão de enfatizar que há obras ainda não em domínio público entre as indicadas.
- Gutenberg – Hospeda livros de domínio público em diversas línguas, inclusive português.
- CultVox – Além de vender, oferece livros em uma seção gratuita. Porém, para fazer download, é preciso se cadastrar.
- Biblioteca Nacional – Em sua seção Biblioteca Nacional Digital, a instituição oferece quase 5 mil itens entre livros, mapas, atlas, partituras e documentos históricos.
- Google – Pesquisa de livros – Você pode encontrar diversos livros em versão integral para serem pesquisados online. Se o livro que você procura não estiver disponível na íntegra, você tem a opção de comprá-lo.
- Biblioteca Virtual – Mais uma opção para quem quer livros que estejam em domínio público em língua portuguesa.
- BibVirt – Existe desde 1997. Além de ter livros de domínio público, oferece arquivos de som – históricos ou não -, vídeos e outros documentos.
- eBookCult – Ênfase na área de educação, mas você pode encontrar coisas como as obras de H.P. Lovecraft.
- Virtual Books – Livros grátis em seis línguas diferentes. Também há entrevistas e resumo de jornais.
- Pribi – Site pessoal. Possui um bom acervo de livros eletrônicos para serem baixado
Fonte: http://redarterj.wordpress.com/
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Oficina Cantar e Contar Histórias com Bia Bedran
Bia Bedran é reconhecida como uma das mais bem sucedidas artistas dedicadas ao público infanto-juvenil no país. Ela traz, atualmente, em sua bagagem um repertório vastíssimo de histórias, canções e atividades pedagógicas com dinâmicas que resgatam o lúdico e o processo de sensibilização, tanto de adultos, quanto de crianças. A artista oferecerá sua respeitada Oficina Cantar e Contar Histórias, na qual o principal objetivo é apresentar, de maneira bastante criativa, a antiga arte de contar história, ensinando como atrair a atenção das crianças, e, por conseguinte, resgatar um importante traço de nossa cultura que vem sendo suplantado progressivamente. As inscrições estarão abertas até o dia 17 de agosto, no Centro Cultural da UERJ, de segunda a sexta, das 10h às 18h. A oficina será dividida em dois módulos: o módulo I será entre os dias 19 de agosto e 28 de outubro; o módulo II terá início no 17 de agosto e se estenderá até o dia 9 de novembro. Vale lembrar que a Oficina da Bia, realizada há alguns anos na UERJ, é sempre uma das mais procuradas e as vagas tendem ser preenchidas rapidamente. Professores da rede pública de ensino pagam taxa única de R$20. A comunidade externa da UERJ pode pagar uma taxa única de R$70 ou duas parcelas de R$ 40. A entrada é franca para a comunidade interna da Universidade (professores, estudantes e funcionários).
Fonte: UERJ
Postado por: Else Marie Vergara
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Lançamento da Revista Rio de Janeiro
A Revista Rio de Janeiro (RRJ) publica trabalhos científicos, entre os quais, dossiês temáticos, artigos, entrevistas com personalidades, resultados de pesquisas, resenhas de publicações e textos de literatura sobre o Rio e mediações diversas.O Fórum Rio de Janeiro/ Reitoria/ Uerj convida para o lançamento da Revista Rio de Janeiro “A Literatura no Rio de Janeiro”
Dia: 05/08/09 às 18:30h
Local: Livraria do Museu da República - Rua do Catete, 153 – Catete – Rio de Janeiro
Fonte: Faculdade de Comunicação da UERJ
Postado por: Else Marie Vergara
Dia: 05/08/09 às 18:30h
Local: Livraria do Museu da República - Rua do Catete, 153 – Catete – Rio de Janeiro
Fonte: Faculdade de Comunicação da UERJ
Postado por: Else Marie Vergara
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