Brasil tem a maior e mais complexa rede de banco de leite humano no mundo, com 212 bancos e 110 postos de coleta espalhados por todo país.
Com o objetivo de sensibilizar e mobilizar as mulheres de todo país, o Ministério da Saúde lança a campanha de doação de leite humano 2012. Toda mulher que amamenta está convidada a doar leite materno para que os bancos de leite humano consigam atender a demanda de recém-nascidos prematuros e de baixo peso que estão internados. Esses bancos são uma das principais iniciativas do Ministério da Saúde de redução da mortalidade infantil, inseridos na estratégia da Rede Cegonha.
O Brasil tem a maior e mais complexa rede de banco de leite humano no mundo, com 212 bancos e 110 postos de coleta espalhados por todo país. A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RBLH) exporta tecnologia e conhecimento para os países da Iberoamérica e África.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha enfatizou que milhares de vidas não seriam salvas sem a doação de leite humano. A campanha deste ano valoriza as doadoras e as crianças que sobreviveram graças a este ato de solidariedade de mães brasileiras. “Estamos nos esforçando para sensibilizar cada vez mais pessoas e buscando mais mães a se envolverem e participarem dessa corrente. A meta do Ministério é chegar a 200 mil litros de leite doados. Temos segurança e tecnologia para isso. O Brasil conta com a maior e mais complexa rede de leite humano do mundo”, reiterou.
Por ano, são recolhidos cerca de 150 mil litros de leite humano, que passam pelo processo de pasteurização e adquirem qualidade certificada para serem distribuídos a mais de 135 mil recém-nascidos, principalmente aos que ficam hospitalizados. Mais de 115 mil mães doam leite materno anualmente. O volume de leite humano coletado representa de 55% a 60% da real demanda por leite humano no Brasil. Por isso, o Ministério da Saúde trabalha para ampliar em 15% ao ano o volume de leite humano coletado.
Essa ação está inserida na estratégia Rede Cegonha, que está qualificando e ampliando a assistência às mulheres e aos bebês no Sistema Único de Saúde (SUS). Mais de R$ 3,3 bilhões já foram investidos na Rede Cegonha, que conta com a adesão de 4.759 municípios brasileiros. Também foram criados 348 leitos neonatais e requalificou mais 86 em 2011. A previsão é habilitar mais 350 leitos ainda este ano. Atualmente, o Brasil conta com 3.973 de UTI Neonatal e 2.249 leitos de UTI Pediátrico.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Ministério fecha acordo com escolas particulares
Acordo com a Federação Nacional das Escolas Particulares vai incentivar escolas a oferecerem alimentos com menos sódio, açúcar e gordura.
Escolas particulares de todo o país receberão orientações do Ministério da Saúde para oferecer alimentos mais saudáveis em suas cantinas. A medida tem início com a assinatura de acordo entre o ministério e a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), que multiplicará, entre os estabelecimentos de ensino básico, fundamental e médio, as diretrizes do manual “Cantinas escolares saudáveis: promovendo a alimentação saudável”.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a relevância da assinatura do acordo, que aconteceu durante evento em alusão ao Dia Mundial da Saúde, na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em Brasília. “O hábito alimentar começa a se formar na infância e esse hábito não é formado apenas em casa. A escola tem papel fundamental nesta educação. Daí a importância na parceria entre o Ministério da Saúde e a Fenep”, disse o ministro. “Nosso esforço é para difundir os hábitos da alimentação saudável”, completou.
Fonte: Portal da Sapude.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Alimentação Saudável para Crianças
Considerações Nutricionais Comida e nutrientes são as matérias-primas que nos permitem formar os dentes, ossos, músculos e tecidos e mantê-los saudáveis. Uma boa deita alimentar também pode proteger de várias doenças. A dieta de uma criança necessita de um planeamento especial - as necessidades de energia e nutrientes fundamentais são elevadas, mas o apetite é reduzido e os hábitos alimentares inconstantes. A alimentação das crianças deve ser constituída por refeições pequenas e frequentes, desde que ricas em nutrientes essenciais. Os nutrientes particularmente importantes para crianças entre 1 e 4 anos são: Ferro A deficiência em ferro é bastante comum nesta faixa etária, já que os requerimentos em ferro são elevados, e a ingestão de alimentos reduzida, especialmente em peixe ou carne. Alimentos ricos em vitamina C, comidos em simultâneo, ajudam a absorção do ferro, por isso deve incluir um copo de sumo natural de laranja ao jantar, por exemplo. Cálcio Este mineral é vital para o crescimento de ossos e dentes, por isso é fundamental que a criança consuma leite e produtos derivados do leite em quantidade suficiente. Vitaminas A, C e D A vitamina A é necessária para uma pele saudável e desenvolvimento celular, podendo faltar muitas vezes na alimentação de crianças nestas faixas etárias. A vitamina C é importante para o sistema imunitário e crescimento. Ajuda a absorção de ferro, em particular de fontes vegetais. As frutas e legumes são excelentes fontes de vitamina C. A vitamina D é essencial para o metabolismo do cálcio e pode até ser sintetizada pela acção do sol através da pele. No Inverno, e se a sua criança está sempre coberta por roupas no exterior, assegure-se que inclui boas fontes de vitamina D, ou suplementos alimentares que contenham esta vitamina.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Nutrição e Neurociência Cognitiva
A nutrição pode afetar o cérebro durante todo o ciclo de vida, com implicações profundas na saúde mental e doença degenerativa. Muitos aspectos da nutrição, de dietas inteiras a nutrientes específicos, comprometem a estrutura e função cerebral. Essa breve revisão irá se concentrar nos recentes avanços em nutrição, cognição e saúde mental, e é dividida em quatro partes principais. Primeiro, iremos tratar da importância do equilíbrio nutricional e interações com nutrientes para a saúde mental, discutiremos a dieta do Mediterrâneo, balanço energético, ácidos graxos e elementos-traço. Muitos fatores modulam os efeitos da nutrição na saúde cerebral e as inconsistências entre os estudos podem ser parcialmente explicadas pelas diferenças do meio ambiente no início da vida e na variabilidade genética. Portanto, esses dois fatores são considerados na segunda e terceira parte desta revisão. Finalmente, discutiremos estudos recentes que tratam dos mecanismos subjacentes às ações da nutrição no cérebro. Esses envolvem alterações nos fatores neutrópicos, vias neurais e plasticidade cerebral. O avanço na compreensão do papel crítico da nutrição na saúde cerebral irá ajudar a nutrição a cumprir seu papel na otimização da função cerebral, evitar sua disfunção e tratar enfermidades. Fonte: www.nutricaoempauta.com.br Postado por: Else Marie Vergara
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